A China suspendeu ou fechou as contas de mídia social de mais de mil críticos das políticas do governo em relação ao surto de Covid-19, enquanto o país se move para reverter as severas restrições adotadas pela política de tolerância zero contra a doença.
A popular plataforma de mídia social Sina Weibo disse que abordou 12.854 violações, incluindo ataques a especialistas, acadêmicos e trabalhadores médicos, e emitiu proibições temporárias ou permanentes em 1.120 contas.
O Yahoo encerrou as operações na China. Em comunicado, a gigante norte-americana da internet justificou a retirada com a pressão do Governo e com a censura de conteúdos considerados politicamente "sensíveis" pelo regime de Pequim. Esta é uma retirada simbólica uma vez que muitos dos serviços da empresa no país, como por exemplo o correio eletrónico, encontravam-se, já, bloqueados. https://pt.euronews.com/2021/11/02/yahoo-sai-da-china
From Monday night, Signal users reported difficulties using the app in China without the help of a virtual private network, or VPN, which allows users to mask their location and access banned foreign communication services like Gmail and Twitter. Previously, no such software was needed to access Signal https://macaudailytimes.com.mo/social-media-china-signal-users-report-difficulty-accessing-messaging-app.html
É mais uma exibição de poder do regime, numa altura em que cresce o interesse pela app criada para conversas de voz em salas virtuais — cuja experiência de utilização está entre o WhatsApp e os podcasts. A Clubhouse deu acesso a um fórum sem censura, onde os utilizadores chineses podiam falar sobre questões sensíveis, e isso terá bastado para que a sua utilização fosse proibida na China
China elimina mais de 100 apps, incluindo o TripAdvisor, por conteúdo “obsceno”. O organismo acusou ainda estas apps de fornecerem “serviços ilegais, como prostituição e jogos de azar”. Sem avançar detalhes, a mesma fonte revelou que as aplicações violaram leis relacionadas com cibersegurança. https://www.publico.pt/2020/12/08/tecnologia/noticia/china-elimina-100-apps-incluindo-tripadvisor-conteudo-obsceno-1942167
O Twitter informou nesta sexta-feira (12/06) que cancelou mais de 170 mil perfis ligados ao governo da China que propagavam campanhas de desinformação que tinham como alvo o movimento pró-democracia em Hong Kong, além de disseminar propagandas antiamericanas. Após uma análise realizada juntamente com grupos de pesquisadores, o Twitter disse que desmantelou redes associadas ao governo chinês administradas por um núcleo bastante ativo de 23.750 contas, além de outros 150 mil perfis que funcionavam como "amplificadores" desse conteúdo. "Eles tuitavam predominantemente no idioma chinês e disseminavam narrativas geopolíticas favoráveis ao Partido Comunista da China, ao mesmo tempo em que empurravam narrativas sobre a dinâmica política em Hong Kong", afirmou a rede social em sua análise. O Twitter foi banido na China, assim como as plataformas Youtube, Google, Instagram e Facebook, com a imposição do chamado "Grande Firewall", que restringe o acesso a sites de notícias e de informação de fora do país. Mesmo assim, diplomatas chineses e a imprensa estatal do país costumam recorrer a esses meios para difundir a narrativa de Pequim. https://www.dw.com/pt-br/twitter-bane-mais-de-170-mil-perfis-ligados-ao-governo-da-china/a-53787774
Zoom confirma novas ferramentas criadas a pedido do governo da China. O objetivo é bloquear pessoas de acordo com a localização. https://www.noticiasaominuto.com/tech/1507492/zoom-confirma-novas-ferramentas-criadas-a-pedido-do-governo-da-china o Zoom concordou com o governo chinês e não só encerrou as reuniões como ainda suspendeu as contas dos três ativistas visados.De qualquer forma, a plataforma adianta que: 'Não fornecemos nenhuma informação do utilizador ou do conteúdo da reunião ao governo chinês. Não temos um backdoor que permita a alguém entrar numa reunião sem estar visível.' Esta decisão tem gerado controvérsia uma vez que as reuniões foram realizadas fora da China Continental. Surgem assim algumas dúvidas, nomeadamente porque não ficou claro se o Zoom poderá encerrar contas de utilizadores que vivem nos EUA e Hong Kong. https://pplware.sapo.pt/internet/china-manda-zoom-encerrar-varias-reunioes-de-ativistas-chineses/
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