A China suspendeu ou fechou as contas de mídia social de mais de mil críticos das políticas do governo em relação ao surto de Covid-19, enquanto o país se move para reverter as severas restrições adotadas pela política de tolerância zero contra a doença.
A popular plataforma de mídia social Sina Weibo disse que abordou 12.854 violações, incluindo ataques a especialistas, acadêmicos e trabalhadores médicos, e emitiu proibições temporárias ou permanentes em 1.120 contas.
Zhang, de 38 anos, está em greve de fome, depois de ter sido sentenciada a quatro anos de prisão, no final de 2020, por "causar desordem pública", acusação frequentemente usada na China contra dissidentes políticos. Em fevereiro de 2020, a ex-advogada, de Xangai, foi a Wuhan para reportar a situação vivida naquela cidade de 11 milhões de habitantes, poucos dias depois do início da aplicação de um confinamento rígido. As imagens então divulgadas pela "jornalista cidadã", de pacientes acamados no corredor de um hospital superlotado, deram um raro vislumbre das condições sanitárias naquela cidade. https://www.jn.pt/mundo/jornalista-condenada-por-cobrir-surto-de-covid-19-na-china-esta-a-beira-da-morte-14291488.html nov21 A missão diplomática chinesa em Genebra classificou de "irresponsáveis" e "erróneos" os argumentos apresentados na sexta-feira pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), que exigiu a libertação de Zhang Zhan, de 38 anos.
China persegue e intimida estudantes chineses pró-democracia na Austrália. https://sicnoticias.pt/mundo/2021-06-30-China-persegue-e-intimida-estudantes-chineses-pro-democracia-na-Australia-2223806a
Após criticar China, fundador do Alibaba não é mais visto em público
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