O governo de Pequim não quer que a ByteDance venda as suas operações nos EUA e prefere que o TikTok seja mesmo encerrado do que perder o controlo sobre a rede social dos vídeos curtos https://visao.sapo.pt/exameinformatica/noticias-ei/mercados/2020-09-12-china-prefere-encerramento-da-tiktok-nos-eua-do-que-a-venda/
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Através do Diário da China, jornal considerado como próximo do Governo, as autoridades de Pequim fizeram saber que não estão dispostas a compactuar com o que apelidam de um “roubo”. E dizem mesmo que a venda imposta por Washington não deixa outra alternativa senão “a submissão ou um combate mortal no reino das tecnologias”. Pelo que se adivinham tempos conturbados para as tecnológicas americanas em solo chinês.
Esta segunda-feira a gigante tecnológica norte-americana avançou que tem intenções de adquirir o Tik Tok depois de Donald Trump ter anunciado que pretende banir a aplicação do país. https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/china-promete-retaliar-se-microsoft-avancar-com-roubo-do-tik-tok-621893
8/7/
A administração Trump -- cujo presidente se referiu recentemente ao novo coronavírus como "Kung Flu", uma expressão vista como racista -- poderá vir a seguir os passos do executivo indiano e proibir aplicações móveis chinesas como o TikTok. Pompeo afirmou em entrevista à Fox News que estão a levar o tema "muito a sério" e "realmente a considerar" proibir esta aplicação de criação e partilha de vídeos de curta duração. Pompeo disse que os Estados Unidos têm estado a trabalhar nos "problemas" da tecnologia chinesa. No que respeita ao TikTok, no final de 2019 as forças armadas proibiram os militares de utilizarem a aplicação. "É vista como uma ciberameaça", disse o porta-voz do exército Robin Ochoa ao Military.com. Se os alarmes soaram antes nas publicações especializadas de tecnologia, o aviso ao nível geopolítico surgiu em janeiro de 2019. "Ignorar o alcance destas aplicações pode revelar-se um erro fatal. A omnipresença das plataformas sociais e a profundidade da informação dos utilizadores que recolhem tornam-nas ferramentas muito poderosas tanto para a espionagem como para a manipulação da opinião pública. O TikTok per se pode nunca expandir o seu alcance além dos adolescentes, mas é apenas uma questão de tempo até que uma aplicação chinesa com maior apelo chegue aos mercados dos EUA e da UE", conclui um texto de Claudia Biancotti publicado pela Peterson Institute for International Economics.
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